



Frota de veículos de crash test da Mercedes
Primeiro acidente registrado com um SLS
SINISTRO - Um carro sinistrado é aquele que foi considerado irrecuperável por uma companhia de seguro, em decorrência de acidente de trânsito, incêndio, inundação ou outras catástrofes naturais, queda ou furto.
Quando não há possibilidade de recuperação, com perda de mais de 75% do valor do veículo, o carro pode ser vendido como sucata, sem documentação e identificação do chassi. Já quando o carro sofre danos de média ou grande monta, mas que não ultrapassam 75% do valor do bem, ele pode ser “salvado” e revendido.
Para o coordenador de veículos do Detran/PR, Cícero Pereira da Silva, o principal problema de quem opta por comprar um carro sinistrado é que a grande maioria das seguradoras não faz seguro deste tipo de veículo, que também perde valor na hora da revenda.
No caso de compra, alguns cuidados são essenciais. Além de reparar nas condições de mecânica e funilaria, o proprietário tem de fazer uma vistoria em uma empresa credeciada pelo Inmetro e retirar o Certificado de Segurança Veicular (CSV).
Para ter o documento regularizado pelo Detran, o carro deve passar obrigatoriamente pela vistoria da autarquia. No Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo vai constar o número do CSV, referente à recuperação do automóvel.
Fonte: Núria Bianco - Assessoria de Comunicação Social

Banco traseiro de uma Classe R com 3 cadeirinhas
Por outro lado, se as crianças menores estão mais seguras, os números da PRF mostram que as mais velhas estão vulneráveis. Aumentou em 10,6% a quantidade de vítimas entre 8 e 12 anos -passando de 47 para 52. Até os dez anos, as crianças têm de estar no banco de trás e com o cinto de segurança. A partir de então, já podem ir no banco da frente. A PRF atribui isso ao não uso do cinto de segurança no banco traseiro. "Em viagens mais longas, é comum os pais soltarem as crianças para elas deitarem", diz o inspetor. Especialistas vão além e afirmam que crianças de até dez anos não estão seguras só com o cinto. Por isso, defendem o uso de um assento de segurança até essa idade.
"Seu uso é aconselhado até a criança atingir 36 kg, altura aproximada de 1,45 m e completar dez anos de idade, para passar então a usar o cinto de segurança do próprio veículo", afirma Flávio Adura, diretor científico da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego).


Aliás, considerando o que eu tinha pesquisado para o post do Senna com o 190E, fiquei na dúvida se realmente ele fez tanto uso daquele carro, já que ao final do mesmo ano, já assinado com a Lotus, passou a andar com esse 500SEC. Por fim, nada menos especial que a SL600 que o piloto ganhou, com motor V12 de 400cv e sem o limitador de velocidade, por ter ganho o GP do Brasil de 1993. Esse carro estava no museu da Ulbra, que teve os carros próprios leiloados e os emprestados devolvidos. Não sei que fim levou:
A destacar que, apesar de valer a data dos 20 anos do último título do Senna (dia 20 de outubro), é lamentável o jejum na competição desde então. Enquanto nos 20 anos anteriores o Brasil ganhou 8 títulos (2 de Emerson Fittipaldi, 3 de Nelson Piquet e 3 de Senna) e 5 vices (2 de Emerson, 1 de Piquet, 2 de Senna), de 1991 para cá tivemos apenas 2 vices de Rubens Barrichello (sem disputa pelo título, na verdade) e 1 vice de Felipe Massa (perdido para o Lewis Hamilton na última corrida em 2008). Ao menos nesse período a Mercedes-Benz teve muito mais sucesso, com 4 títulos de pilotos e 2 por equipes.
Em tempos de graves acidentes provocado por Camaros, Land Rover e Porsche, entre outra infinidade de carros, nacionais e importados, novos e velhos, principalmente com a embriaguez ao volante, saiu uma decisão do Supremo Tribunal Federal, há um mês, com uma visão um pouco mais branda do assunto. Diferente do que se brada aos quatro ventos pela opinião pública e imprensa (que costuma também manipular, e muito, a primeira), nem todo caso de acidente de trânsito com motorista embriagado é de se entender que a pessoa assumiu o risco de matar alguém. E também não pode ser presumido, tem que ser provado. É uma questão técnica jurídica, o texto é complicado para quem não é do ramo talvez soe truncado.