domingo, 29 de junho de 2008
Vídeo educativo
Quanto a ingestão de bebida para atingir essa dosagem, varia de pessoa para pessoa, mas normalmente chegamos nesses níveis em dois copos de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de destilado. Creio que não vale arriscar pelas várias conseqüências geradas.
Quando bebemos e pegamos o carro, além de aumentar muito as chances de um acidente com nós mesmos, o pior é envolver alguem que não tem nada haver com isso...
terça-feira, 24 de junho de 2008
iPhone integrado com a Mercedes Benz.
Agora a Mercedes Benz permite que a conexão do iPhone seja integrada inteiramente na arquitetura do veículo,ou seja, vem original de fábrica.. mais uma vez dando um passo na frente na indústria automotiva.
Apesar de que eu já uso esse dispositivo (não exatamente esse, original da Mercedes) desde que lançou o Ipod.
Porém esse que vem original na Mercedes, visualiza-se tudo em uma tela no painel. (coisa que a Pioneer também já disponibilizava há tempos em seus DVDs players)
O novo berço do iPhone, permite a ligação simples entre o telefone e as funções de áudio. O iPhone fica dentro do apoio de braço, ficando assim a um alcance fácil do motorista facilitando a utilização.
O dispositivo é fácil de usar graças aos controles no volante, o que aumenta a segurança na estrada, porque as mãos do motorista permanecem no volante, sendo assim pode se concentrar no tráfego e nos outros controles do carro.
Outra vantagem é o recarregamento automático da bateria do iPhone enquanto o telefone se está conectado no berço.
O IPhone inteiramente integrado está disponível agora para o Classe C, E, CLK, CLS, S, CL, SL, M e R.
Este dispositivo será oferecido também para o Classe GLK, que será lançado em outubro.
Na Alemanha, o berço do iPhone pode ser comprado na autorizada por € 249, que equivale aproximadamente a R$ 623,00
Um pouco mais caro do que eu paguei pelo meu (da marca Pioneer) comprado aqui mesmo no Brasil por volta de R$ 500,00
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Sobre calço hidráulico
Talvez alguem tenha se empolgado com o Unimog, mas calma aí...Se você possui um veículo, digamos "normal" rsrs, não faça isso nem em sonho, e mais, não vá se aventurar a passar em trechos alagados pois a água pode entrar no motor e provocar calço hidráulico. O conserto é caro e não tem garantia. Saiba como é o calço Hidráulico.
Ao atravessar trechos alagados, a água entra, pelo sistema de captação de ar do motor, na câmara de combustão e no interior dos cilindros. Ao tentar subir, o pistão encontra a enorme resistência da água, que, diferentemente do ar, é pouco compressível. O enorme esforço do pistão provoca o empenamento das bielas, ocasionando o calço hidráulico e, conseqüentemente, o travamento do motor.
Clique para ampliar
Lewis Hamilton paga R$ 630 mil por placa personalizada

Quem tem, realmente tem né?
Conforme o título já diz, o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton teve que desembolsar a bagatela de R$ 630 mil para ter no seu carro uma placa personalizada com os dizeres “LEW 1S’. O "Lew" obviamente trata-se de uma abreviação do seu nome, e "1S"significa primeiro em inglês, ou seja, Lewis é o primeiro. Aff!!! rsrs
Porque tão caro assim? Na verdade esse registro já tinha dono, pertencia ao magnata Bob Lewis, ex-dono de pub (bar típico inglês) e vendedor de carros, que a tinha comprado por US$ 98 000 (R$ 150 000) no ano passado e não resistiu à proposta do xará famoso. A combinação de letras significaria Lewis em 1º, já que a sigla para a colocação em inglês é 1st.
Mas as iniciais talvez mudem de lugar até o final deste ano. O “LEW 1S” poderá estampar o pára-choque de um Mclaren F1 LM de US$ 4 milhões (R$ 6,5 milhões), prêmio prometido pela escuderia prateada caso Lewis vença o Mundial de Pilotos nesta temporada.
Aliás, o que é R$ 630 mil a menos da conta do Hamilton? Ele embolsa R$ 43 milhões por temporada na Mclaren e mais R$ 32 milhões referente ao contrato com a Reebok. Não preciso dizer mais nada né? Não consigo me conformar com a vida chata desses caras...
Então vamos voltar ao trabalho...hehehe
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Um pouco sobre Unimog
(Brabus Black Edition)Quando se pensa em veículos 4x4, só se fala no Jeep, que entrou em produção em 1942. Algumas pessoas cismam que o Land Rover, que entrou no mercado em 1948, foi o primeiro. Mas ninguém se lembra do Austin Champ, que foi adotado pelo exército inglês em 1946 e, se esquecem dos caminhões Unimog, da Mercedes Benz.
Ao final da Segunda Guerra Mundial, todos os países atingidos precisavam de veículos 4x4 que ajudassem em sua reconstrução, podendo operar em regiões com estradas destruídas, cidades em escombros, invernos com muita neve e lama. Cada país teve uma abordagem diferente para o problema e a mais interessante foi a abordagem alemã. Durante a guerra, não faltaram veículos militares alemães com tração 4x4 ou 6x6 - apesar de não aparecerem nos filmes de guerra -, simplesmente porque quase tudo foi destruído e veículos americanos e ingleses desfilaram pelas telas com insígnias alemãs. A própria Mercedes possuía uma versão de Comando e Reconhecimento, maior que o Jeep, com tração 4x4 e os dois eixos direcionais, criada ainda na década de 30!
Mas a história do Unimog pode ser traçada desde em 1942, quando os primeiros planos para um caminhão 4x4 de cabine avançada foram feitos pela Mercedes-Benz na fábrica de Berlim. Durante a guerra, quando a Alemanha pretendia vencer e dominar a Europa, foi divulgado o plano Morgenthau, que exigia um veículo de tração total e cabine avançada para uso agrícola. Os primeiros estudos foram conduzidos por Albert Friedrich.
Em 1945, poucas semanas após a rendição da Alemanha, um grupo de engenheiros e fazendeiros criou um sindicato para promover o progresso técnico na agricultura.
Os primeiros testes com o Unimog começaram no interior da Alemanha em 1946. Em janeiro, o trabalho começou. No dia 6 de março, o primeiro conceito foi concluído e, em outubro, o primeiro chassi começou a ser testado. Em dezembro, a carroceria ficou pronta e as primeiras demonstrações começaram a ser apresentadas.
Unimog, em alemão é um acrônimo para Veículo Universal Motorizado. Começou como um veículo pequeno, com enormes pneus e vão livre do solo, mas já com características muito desejáveis, como: suspensão e eixos traseiro e dianteiro iguais – facilitando a manutenção; molas helicoidais ao invés de feixes de mola, coisa que o Land Rover só incorporou em 1982 e o Jeep em 1998; bloqueio de 100% nos dois diferenciais comandado de dentro da cabine; lugar para duas pessoas e caçamba de carga.
Como o Land Rover, o Unimog não foi projetado para ser um veículo militar, mas um veículo de uso geral e uso na agricultura. Nesse aspecto, o conceito inglês e alemão foi o mesmo: com pouco dinheiro circulando e pouca matéria prima disponível, era preciso haver um veículo que pudesse ser usado no campo, com usina de força estacionária para acionar serras, bombas d’água, perfuratrizes, geradores elétricos etc; e que ainda pudesse levar seu proprietário às compras, entregas ou até mesmo ao lazer nas cidades mais próximas.

Em 1947, os primeiros motores a diesel começaram a chegar na fábrica e começou a busca por matérias primas necessárias para fazer 100 unidades pré-série.
Em 1948, o Unimog foi lançado em uma exposição comercial em Frankfurt, onde foram vendidas 150 unidades.
Em 1949 começou a produção comercial do Unimog em Goppingen, na Alemanha. Nesse ano, 600 unidades saíram da fábrica.
Em 1951, a Daimler-Benz AG assumiu o controle da fábrica. O pequeno caminhão/trator ainda era montado apenas com um pequeno motor de 25 cv.
Em 1953, a cabine aberta com capota de lona deu lugar a uma cabine fechada de chapa de aço.
Em 1956, a potência do motor foi aumentada de 25 para 30 cv.
Em 1958 chegou uma versão com entre eixos mais longo e o Unimog passou a ser o primeiro "trator agrícola" com câmbio sincronizado. Três anos depois, o Unimog número 50.000 deixava a linha de produção.
Em 1963 surgiu o modelo 406 e o veículo foi ficando mais próximo de um caminhão do que de um trator. O motor era Mercedes-Benz de 65 cv a diesel.
Em 1966, apenas 5 anos depois da marca dos 50.000, foi atingida a dos 100.000 veículos, já com uma ampla variedade de modelos.
Em 1970, os modelos com capota de lona ganharam uma barra de capotagem (arco de proteção) de fábrica.
Em 1971, atingida a marca dos 150.000 e, no ano seguinte, estavam disponíveis motores a diesel, variando de 36 cv até 110 cv. Curiosamente, o modelo S - comercializado como caminhão off-road - tinha um motor de 82 cv a gasolina.
Em 1977, atingida a marca dos 200.000, agora nas versões da série 1000, introduzida um ano antes e ainda encontrada pelo mundo afora.
Em 1978, o exército alemão comprou 17.000 unidades do modelo U1300L.
Em 1991, começou a produção dos modelos U90, muito usados em atividades off-road na Europa, quase um modelo esportivo.
Em 1996 foi lançado o modelo 6x6, adquirido direto pelo exército australiano.
A partir do ano 2000, a linha foi totalmente modificada.
Hoje em dia,o Unimog conta com sistema de freio a disco com duplo circuito a ar faz o Unimog parar com segurança mesmo quando ele está se movimentando em altas velocidades ou carregando cargas pesadas. Os freios a disco são autolimpantes, e as pastilhas de freio não contêm amianto. Uma funcionalidade especial para operações off-road é o ABS (anti-block system ou sistema antitravamento) de quatro canais, o qual pode ser desativado. Isso significa que as rodas podem ser travadas em terrenos íngremes, criando um calço de terra para garantir a menor distância de frenagem possível.
A suspensão do eixo através de molas helicoidais e tubos de torque permite o contato das quatro rodas com o solo em terrenos acidentados, além de oferecer um alto nível de conforto ao dirigir na estrada.
Possui rodas individuais, oferecendo uma grande variedade de pneus – desde pneus MPT (para vários fins), passando por pneus especiais tipo Deep Tread com alta tração, até pneus para areia. Isso possibilita melhor adaptação às condições do solo de cada região. As rodas traseiras seguem na trilha das rodas dianteiras – resultando em menos resistência ao rolamento e em melhor tração. Com o tyrecontrol® – sistema central de enchimento de pneus (opcional) – você pode, enquanto dirige – ou seja, com o veículo em movimento, ajustar a pressão dos pneus de acordo com o terreno. A redução de pressão evita que o veículo afunde em solos maleáveis, aumenta a tração e evita o atolamento.
Os travamentos diferenciais podem ser acionados pneumaticamente enquanto você dirige – com o veículo em movimento. Isso também garante que as situações mais complicadas serão superadas, desde que uma roda tenha tração suficiente. O Unimog pode vencer inclinações de até 100% totalmente carregado, o que corresponde a uma capacidade de subida de 45º.
Mais um pois estou até agora de boca aberta..hehehe Por essas e outras eu amo a estrela...
PS: Essa "matéria" foi sugerida pelo membro Carlos Murata. Contribua você também com assuntos que gostariam de ver por aqui.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Festa pelos 100 anos da primeira vitória da Mercedes
A Mercedes-Benz, fornecedora de motores e sócia da McLaren, vai comemorar neste fim de semana, no GP da França de Fórmula 1, 100 anos de sua primeira vitória no automobilismo. Em 1908, Christian Lautenschlager venceu o Grande Prêmio da França em um carro de quatro cilindros, 12,8 litros e com 135 cavalos.
Para comemorar a data, a Mercedes vai levar o carro de 1908 para Magny-Cours. Ele ficará exposto durante todo o fim de semana. Além disso, Lewis Hamilton e Heikki Kovalainen, pilotos da McLaren, farão voltas de demonstração com o modelo no circuito francês.
Cartaz em homenagem à primeira vitória da Mercedes-Benz em corridas
- A Mercedes e o automobilismo têm uma grande tradição na França. Christian Lautenschlager venceu o Grande Prêmio da França com um carro nosso há 100 anos. Foi a primeira de nossas 104 vitórias em GPs. Em 1954, quando entramos na Fórmula 1, conseguimos uma dobradinha com Juan Manuel Fangio e Karl Kling em Reims, no mesmo dia que a Alemanha venceu a Copa do Mundo em Berna. Mas nosso saldo em Magny-Cours é modesto. Só ganhamos em 2000 com David Coulthard - diz Norbert Haug, vice-presidente da Mercedes-Benz Motorsport, por meio da assessoria de imprensa da McLaren.
